Destaco um comentário sobre o lançamento do Architizer, uma espécie de “Orkut/Facebook dos escritórios de arquitetura”.
Realmente muito instigante este artigo sobre a forma como arquitetos costumam se apropriar da Internet, orque de fato, eu nunca consegui entender o apreço e devoção dos arquitetos pela decoração e apelo ao fácil mundo das animações em flash.



Novos modos de governar e possuir?
Fugindo um pouco das pautas comuns neste espaço, sugerimos a leitura de um breve artigo nos moldes acadêmicos sobre formas de integrar atores e práticas de fora de contextos institucionais, nos processos decisórios.
A literatura sobre governança há tempos sugere que expandir a fronteira dos shareholders para lidar com stakeholders em todo tipo de arranjo institucional é uma urgência da complexificação das organizações e negócios na nossa conjuntura cada vez mais complexa. Este artigo levanta uma bibliografia consistente sobre estas questões. Quando coloca-se na equação a propriedade de intangíveis, a complexidade do debate aumenta.
Extrapolando os sentidos desta discussão, estaria o debate sobre formas de encarar a transparência de empresas e governos para além da simples prestação de contas.
Quem colabora é Mateus Cozer, professor do curso de engenharia de produção da FEI, entusiasta de novos modelos de negócio que tangenciam o digital.
O Artigo!